Este “pé soberbo” esta de toca nova!

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E deixem um comentário.

Mestre vs Regras.

Perguntaram-me o que eu achava das constantes modificações das regras nos livro básicos do D&D 4e e a conspiração em volta da linha Essentials.
E eu disse:
- Regras, vocês realmente usam isso?
Sim, eu que fiquei de certa forma surpreso de como as pessoas podem ser engessadas em regras. Fazem alardes tipo:
- Meu Deus! Como podem fazer isso com a regra “x”.
- Andes tudo era muito melhor!
- Queimem estes malditos livros!

Eu não sou um mestre “escola veia”, muito pelo contrario, mal faz cinco anos que eu pratico este maravilho hobby e vi pouco dos sistemas que existem por mundo a fora, fico fascinado com o que leio, ouço e vejo o que os mestres “escola veia” ou “Xerox” fazem.
Então constatei que dentro dos gêneros de mestres de RPG existem mais subgêneros, os Caxias e os Mestres cucas (eu sou do segundo tipo).
Os Caxias: Fazem tudo como diz os livros de regras, simples assim. Decoram as regras, leem para os jogadores aquilo que a aventura pronta diz para que seja lido e da forma que esta escrita (e também são os caras com foices e arados nas mãos gritando:- 4e profana!).
Mestres Cucas:
É o estilo de mestre que consegue colocar no seu jogo uma salada de regras básicas de mais de um sistema e house rules com harmonia.
Eu sou um cara que gosta de cozinhar (e não fasso só Miojo), e no meio de um procedimento culinário comecei a comparar as atividades. Quanto mais você aprende a cozinhar mais você vai experimentando, misturando os temperos, tendências, etc… E vão deixados os pratos cada vez mais sofisticados e com a sua cara ou estilo, ate o ponto de que ao provar você já reconhece quem o fez. Vai me disser que você não sabe quando é a comidinha da mamãe ou da vovó.
A mesma coisa acontece com o jeito de mestrar, quanto mais você aprende mais incrementado fica o seu jogo. Dinâmicas, táticas, historias, as malditas regras são temperos que devem ser usados com sabedoria por que afinal, em uma mesa de RPG todos devem se fartar e caso você não goste mais de uma especiaria, substitua por outra sem medo, uma hora você encontrada o tom correto, não se prenda a receita, eu me perguntava por que eu não posso usar uma regra de outro sistema ou fazer da minha maneira? Ai eu tive a resposta. É logico que eu posso! Ninguém vai me prender por fazer isso e se não for boa à alteração? Quem vai me julgar serão os meus players, se eles saírem da mesa com vontade de repetir o prato considerarei isso com um sucesso decisivo!

E vocês o pensam a respeito disso?

Essentials 4.5e?

Bom pessoal, olhado esta exorada de artigos sobre o casso da linha Essentials do D&D este foi o mais elucidado que pude constatar.
Via: Ambrosia.

“Quem acompanha as notícias do D&D 4e já deve ter ouvido falar sobre a linha Essentials. As informações que são encontradas por aí são muitas vezes conflitantes, sem uma definição clara do que seria essa linha. O que acabou por gerar afirmações de todo tipo, inclusive que ela seria um D&D 4.5e.
A história é longa e os produtos parecem ter passado por uma série de revisões e mudança de intenção ao longo do desenvolvimento, então o melhor é contar como tudo começou.
Faz alguns meses que a Wizards of the Coast divulgou que iria lançar uma linha nova de D&D, paralela à principal e servindo como material para iniciantes. Ela traria todas as regras necessárias para jogar 4e, mas com simplificações e organizada de forma a facilitar o processo de aprendizado do jogo. Também foi afirmado que a linha Essentials seria composta por um número limitado de produtos e não havia indicações que seu surgimento fosse influenciar a linha principal do D&D.
Depois de alguns meses foram divulgadas informações que essa nova linha de produtos passaria a ser compatível com a linha principal. Os jogadores poderiam usar material de um na outra, entretanto não havia divulgação de como isso seria feito. Ela servia então de linha para iniciantes para quem nunca jogou e fonte de material extra para os jogadores veteranos.

Foi divulgado também na época que seria lançado um livro que serviria de compêndio de D&D, trazendo “todas as regras do jogo”. Esse livro e a promessa de uma série de dungeon tiles (pecinhas para montar mapas que podem ser usadas em conjunto com miniaturas e muito usadas por jogadores de D&D) com material de sets antigos e já fora de produção, atraíram o interesse dos jogadores da 4e.
Uma reclamação comum entre os jogadores é a quantidade de erratas que os livros têm recebido. Um compêndio como o prometido eliminaria a necessidade de carregar as erratas e permitiria ter todas as regras atualizadas e um único lugar. Já os dungeons tiles prometidos vão trazer material de sets que hoje em dia alcançam até dez vezes o seu preço original. Considerando que o ideal é ter duas cópias de cada set, já dá pra imaginar como tem gente esperando por eles.
Nas últimas semanas foram dadas mais explicações. Até agora praticamente todas as classes lançadas nos Livros dos Jogadores e suplementos seguiam o mesmo formato para aquisição de poderes. Não importa ser um guerreiro, bárbaro ou mago, o número de poderes dos três personagens seria o mesmo em determinado nível, excluindo possíveis aquisições por habilidades raciais ou compra através de talentos. As classes do Essentials não vão ser assim, elas seguem progressões próprias e individualizadas. Os designers estão as chamando de sub-classes.
O guerreiro é um bom exemplo do que se esperar. Já foi lançada uma sub-classe, o Knight. Essa versão traz algumas mudanças menores na base do guerreiro – Diplomacy em vez de Streetwise, ganham treinamento com mais um tipo de armadura, etc. – e grandes diferenças nos poderes e habilidades.

Em vez de marcar com ataques, eles possuem uma aura que funciona quase da mesma forma, só que é mais fácil de acompanhar. A penalidade continua igual, -2 para ataques que não mirem no guerreiro, e afeta todos num alcance de 1. Entretanto, não existe a opção de fazer ataques básicos que a marca do guerreiro comum permite.

Em vez de poderes de ataque at-will, eles ganham stances. Essas são habilidades que podem ser “ligadas” quando o personagem quiser, e que modificam seus ataques básicos. Duas já foram divulgadas, uma que aumenta o dano desses ataques e outra que permite acertar um segundo oponente após um ataque inicial bem sucedido. Isso enfatiza o uso dos ataques básicos e permite a utilização de um guerreiro que não use de poderes com tanta freqüência.
A idéia dessa nova sub-classe é ter um guerreiro mais fácil de utilizar, que não use de mecânicas complexas e seja facilmente compreensível pelos iniciantes. Se um inimigo chegou perto, ele toma penalidade se não mirar no guerreiro. É esse tipo de raciocínio simplificado que os designers parecem querer adotar.
Olhando a tabela da classe é fácil notar outras diferenças em relação ao guerreiro normal da 4e. Exemplo: a ausência de poderes diários, a determinação dos poderes ganhos a cada nível e a aquisição de novas habilidades de classe após o primeiro nível.
Muitas dessas parecem ser também características das outras classes Essentials, uma tentativa de criar modelos mais simples e com menos escolhas para o jogador. Essa diminuição do número de decisões é vista como uma forma de simplificar as classes, permitindo que os jogadores tenham personagens eficientes dentro de seus papéis mesmo que não tenham conhecimento mecânico suficiente para determinar quais poderes seriam melhores para a classe.
Colocando de forma mais simples, e já que a comparação com videogame é algo tão comum nessa nova edição, é como deixar a opção Auto-Level Up ligada em um jogo eletrônico. As sub-classes automaticamente trazem boas opções para aquele tipo de personagem desejado dentro de cada nível, com um mínimo de necessidade de customização do jogador.
Esse novo modelo acaba lembrando edições mais antigas do jogo, onde existia um mínimo de customização e o sistema já pré-determinava diversas das habilidades que seriam ganhas.
Além das mudanças nas classes, foram prometidas mudanças em outros fatores do jogo, como as raças. Entretanto o que foi mostrado até agora teve enfoque nas classes, tornando difícil determinar o quanto essas outras características do jogo serão alteradas.

Com todas essas mudanças, já era esperado o começo das afirmações que o Essentials é um 4.5e disfarçado. Apesar da insistência de algumas pessoas, essa suposição foi rebatida quando os responsáveis pela linha esclareceram mais o seu funcionamento.
Nenhuma das classes da Essentials irá substituir as classes já apresentadas nos Livros dos Jogadores. A ideia é que elas funcionem de modo paralelo. Um jogador pode escolher o guerreiro do LdJ 1 ou uma das sub-classes do guerreiro no Essentials. E eles podem estar no mesmo grupo sem que um atrapalhe ao outro. Da mesma forma, o material da Essentials está sendo feito de forma a ser compatível com a 4e ‘normal’, podendo ser utilizado em conjunto sem problemas. Já foi afirmado também que os poderes disponíveis poderão ser usados tanto para personagens da linha Essentials quanto para os veteranos, garantindo material novo para os jogadores que usam as versões comuns das classes.
Existe ainda um problema apontado pelos fãs e que não foi tratado por nenhum dos responsáveis da linha. Em diversos pontos, é dito que o Essentials irá trazer uma nova maneira de criar classes, uma nova maneira de encarar o futuro do D&D. A dúvida é exatamente o que eles querem dizer com essa “nova maneira” de fazer as coisas. Se isso significar que o modelo padrão para os próximos suplementos será a Essentials, então existirá uma diminuição sensível na quantidade de material novo a ser disponibilizado paras as classes antigas. O que, mais uma vez, gerou discussões sobre uma 4.5e.

É importante lembrar que esse é um questionamento levantado por fãs e ainda sem resposta. Mas é uma teoria que tem começado a chamar atenção, pois algumas lojas já informaram que foram aconselhadas por seus distribuidores a fazerem estoques dos três livros básicos do D&D, porque eles seriam descontinuados em favor da linhaEssentials. Como foi afirmado pela WotC que essa nova linha teria uma quantidade limitada de livros, isso torna a situação ainda mais confusa.
A Essentials parece ter mudado de direção tantas vezes ao longo do seu desenvolvimento que já se torna difícil imaginar o que ela vai acabar se tornando. Minha suposição é que tudo vai depender das vendas da linha. Se ela vender muito bem ela deve se tornar o padrão do jogo, e mesmo que continuem o suporte aos livros antigos, ela irá influenciar muito os futuros suplementos do jogo. Ou seja, coisas mais simples, mais classes com construções que não seguem o padrão, poderes mais fáceis de lidar. Se ela não fizer o sucesso esperado, então o modelo atual deve prevalecer e as coisas continuam como estão.
Semana que vem teremos a Gen Con, onde a Wizards of the Coast deve trazer mais esclarecimentos sobre a coexistência das duas linhas e, com sorte, uma definição melhor do que a Essentials irá representar para o D&D 4e. Tomara, porque todas essas suposições e discussões sobre algo que não foi lançado já estão ficando cansativas.”

Eisner Awards, o “Oscar dos quadrinhos”, 2010.

O prêmio americano Eisner Awards é a mais tradicional condecoração do universo dos quadrinhos. Sua 22ª edição aconteceu durante a Comic-Con, feira internacional de HQs de San Diego (Califórnia, EUA).

Confira a lista dos vencedores!

Melhor História Curta
“Urgent Request,” de Gene Luen Yang e Derek Kirk Kim, dentro da publicação “The Eternal Smile” (editora First Second).
Melhor Volume Único (One-Shot)
“Capitão América #601: Red, White, and Blue-Blood”, de Ed Brubaker e Gene Colan (editora Marvel).
Melhor Série Contínua
“The Walking Dead”, de Robert Kirkman e Charles Adlard (editora Image).
Melhor Série Limitada ou Arco de História
“The Wonderful Wizard of Oz”, de Eric Shanower e Skottie Young (editora Marvel).
Melhor Nova Série
“Chew”, de John Layman e Rob Guillory (editora Image).
Melhor Publicação para Crianças
“The Wonderful Wizard of Oz”, por L. Frank Baum, Eric Shanower e Skottie Young (editora Marvel).
Melhor Publicação para Teens
“Beasts of Burden”, de Evan Dorkin e Jill Thompson (editora Dark Horse).
Melhor Publicação de Humor
“Scott Pilgrim vol. 5: Scott Pilgrim vs. the Universe”, por Bryan Lee O’Malley (editora Oni).
Melhor Antologia
“Popgun vol. 3″, editado por Mark Andrew Smith, D. J. Kirkbride e Joe Keatinge (editora Image).
Melhor Quadrinho Digital
Sin Titulo, por Cameron Stewart (www.sintitulocomic.com).
Melhor Trabalho com Base na Realidade
“A Drifting Life”, de Yoshihiro Tatsumi (editora Drawn & Quarterly).
Melhor Adaptação de Outro Trabalho
“Richard Stark’s Parker: The Hunter”, adaptado por Darwyn Cooke (editora IDW).
Melhor Álbum Gráfico (Novo)
“Asterios Polyp”, por David Mazzucchelli (editora Pantheon).
Melhor Álbum Gráfico (Reimpressão)
“Absolute Justice”, de Alex Ross, Jim Krueger e Doug Braithwaite (editora DC).
Melhor Edição Americana de Material Internacional
“The Photographer”, por Emmanuel Guibert, Didier Lefèvre e Frédéric Lemerier (editora First Second).
Melhor Edição Americana de Material Internacional (Ásia)
“A Drifting Life”, de Yoshihiro Tatsumi (editora Drawn & Quarterly).
Melhor Escritor
Ed Brubaker, “Captain America”, “Daredevil”, “Marvels Project” (Marvel) “Criminal”, “Incognito” (editora Marvel Icon).
Melhor Escritor-Artista
David Mazzucchelli, “Asterios Polyp” (editora Pantheon).
Melhor Escritor-Artista de Não-Ficcão
Joe Sacco, “Footnotes in Gaza” (editora Metropolitan/Holt).
Melhor Arte-Finalista (Equipe)
J. H. Williams III, “Detective Comics” (editora DC).
Melhor Pintor /Artista Multimidia (Arte Interior)
Jill Thompson, “Beasts of Burden” (editora Dark Horse); “Magic Trixie and the Dragon” (editora HarperCollins Children’s Books).
Melhor Capa
J. H. Williams III, “Detective Comics” (editora DC).
Melhor Colorista
Dave Stewart, “Abe Sapien”, “BPRD”, “The Goon”, Hellboy,”Solomon Kane”, “Umbrella Academy”, “Zero Killer” (editora Dark Horse); “Detective Comics” (editora DC); “Luna Park” (editora Vertigo).
Melhor Letrista
David Mazzucchelli, “Asterios Polyp” (editora Pantheon).
Melhor Periódico de Quadrinhos / Jornalismo
“The Comics Repórter”, produzido por Tom Spurgeon (www.comicsreporter.com).
Melhor Livro Sobre Quadrinhos
“The Art of Harvey Kurtzman: The Mad Genius of Comics”, por Denis Kitchen e Paul Buhle (editora Abrams ComicArts).
Melhor Design de Publicação
“Absolute Justice”, com design de Curtis King e Josh Beatman (editora DC).

Fonte: Folha.

102 filmes para amantes de literatura brasileira.

A Cartomante (2004) (baseado no conto de Machado de Assis)
A Causa Secreta (1994) (adaptação do conto homônimo de Machado de Assis)
A Dama da Lotação (1978) (da peça de Nelson Rodrigues)
A Estrela Sobe (1974) (do livro homônimo de Marques Rebelo)
A Falecida (1965) (baseado na peça de Nelson Rodrigues)
A Hora da Estrela (1985) (do livro de Clarice Lispector)
A Hora e a Vez de Augusto Matraga (1965) (bas. na obra de João Guimarães Rosa)
A Madona de Cedro (1968) (baseado no livro de Antônio Callado)
A Máquina (baseado no livro homônimo de Adriana Falcão)
A Marvada Carne (1985) (da obra de Carlos Alberto Sofredini)
A Moreninha (1971) (da obra de Joaquim Manuel de Macedo)
A Terceira margem do rio (1997) (baseado no livro “Primeiras Estórias”, de João Guimarães Rosa)
A Vida dos Capitães de Areia (inspirado no livro “Capitães de Areia”, de Jorge Amado)
Agosto (1993) (da obra de Rubem Fonseca)
Ana Terra (1972) (da obra de Érico Veríssimo)
As Confissões de Frei Abóbora (1971) (da obra de José Mauro de Vasconcelos)
As Meninas (1995) (da obra de Lygia Fagundes Telles)
As Três Marias (da obra de Rachel de Queiroz)
Azyllo muito Louco (1970) (adaptação livre do conto “O Alienista” de Machado de Assis)
Boca de Ouro (1962) (baseado na peça de Nelson Rodrigues)
Bonitinha mas Ordinária (1981) (da peça de Nelson Rodrigues)
Brás Cubas (1985) (do livro de Machado de Assis)
Capitu (1968) (da personagem do livro “Dom Casmurro”; de Machado de Assis)
Caramuru – a invenção do Brasil (2001) (do livro do Frei Santa Rita Durão)
Cristo de Lama (1968) (do livro homônimo de João Felício dos Santos. Vida e obra de Aleijadinho, escultor barroco)
Dom (2003) (inspirado em “Dom Casmurro”, de Machado de Assis )
Dona Flor e seus Dois Maridos (1976) (do livro de Jorge Amado)
Engraçadinha (1981) (da obra de Nelson Rodrigues)
Enigma para Demônios (1974) (baseado no conto “Flor, telefone, moça”; de Carlos Drummond de Andrade)
Estrela Nua (1985) (baseado num conto de Clarice Lispector)
Faca de Dois gumes (1989) (baseado num conto de Fernando Sabino)
Feliz Ano Velho (1987) (do livro de Marcelo Rubens Paiva)
Fogo Morto (1976) (bas. no livro de José Lins do Rego)
Gabriela (1983) (do livro de Jorge Amado)
Grande Sertão: Veredas (1964) (da obra de João Guimarães Rosa)
Guerra de Canudos (1997) (com José Wilker) (inspirado na obra Os Sertões de Euclides da Cunha)
Incidente em Antares (1994) (bas. obra de Érico Veríssimo)
Inocência (1983) (do livro de Visconde de Taunay)
Iracema, a Virgem dos lábios de mel (1979) (do livro de José de Alencar)
Jorge, um Brasileiro (1989) (bas. no romance de Oswaldo França Jr.)
Jubiabá (1983) (do livro de Jorge Amado)
Kuarup (1988) (bas. no romance “Quarup” de Antônio Callado)
Lavoura Arcaica (2001) (do livro de Raduan Nassar)
Lição de Amor (1976) (bas. na obra “Amar, Verbo Intransitivo”, de Mário de Andrade)
Lisbela e o Prisioneiro (2003) (da obra de Osman Lins)
Lucíola, o Anjo pecador (1975) (do livro “Lucíola”, de José de Alencar)
Luzia Homem (1984) (trechos do livro de Domingos Olímpio)
Macunaíma (1969) (do livro de Mário de Andrade)
Memorial de Maria Moura (1994) (do livro de Rachel de Queirós)
Memórias do Cárcere (partes I e II) (1984) (do livro de Graciliano Ramos)
Memórias Póstumas (2001) (da obra de Machado de Assis)
Menino de Engenho (bas. no livro de José Lins do Rego)
Meu Tio Matou um Cara (2005) (do livro de Jorge Furtado)
Morte e Vida Severina e Quincas Berro DÁgua (1977) (sobre o poema de João Cabral de Melo Neto e o livro “A Morte e a morte de Quincas Berro Dágua”, de Jorge Amado)
Navalha na Carne (1997) (da obra de Plínio Marcos)
Noites do Sertão (1984) (da obra de João Guimarães Rosa)
O Auto da Compadecida (2000) (da obra de Ariano Suassuna)
O Beijo no Asfalto (1980) (da obra de Nelson Rodrigues)
O Boca do Inferno (1974) (sobre o poeta baiano Gregório de Matos)
O Bom Burguês (1982) (da obra de Oswaldo Caldeira)
O Caçador de Esmeralda (1979) (sobre o poema de Olavo Bilac. História de Fernão Dias)
O Casamento (1975) (apresentação Arnaldo Jabor. Baseado no romance de Nelson Rodrigues)
O Corpo (2001) (bas. no conto de Clarice Lispector)
O Cortiço (1978) (do livro de Aluísio Azevedo)
O Grande Mentecapto (1989) (bas. no livro de Fernando Sabino)
O Guarani (1996) (do livro de José de Alencar)
O Homem Nú (1997) (da obra de Fernando Sabino)
O Menino e o Vento (1966) (baseado no conto “O Iniciado do Vento”, de Aníbal Machado)
O Meu Pé de Laranja Lima (1970) (da obra de José Mauro de Vasconcelos)
O Pagador de Promessas (1962) (da obra de Dias Gomes)
O Saci (1953) (baseado na obra de Monteiro Lobato “Pica-Pau Amarelo”)
O Seminarista (1977) (da obra de Bernardo Guimarães)
O Sobrado (1956) (bas. na obra de Érico Veríssimo)
O Tempo e o Vento (1985) (da obra de Érico Veríssimo)
O Vestido (2003) (bas. no poema “O caso do vestido”, de Carlos Drummond de Andrade)
O Xangô de Baker Street (2001) (do livro de Jô Soares)
Orfeu (1999) (bas. na peça “Orfeu da Conceição”, de Vinícius de Moraes)
Orfeu Negro (1959) (obra-prima de Marcel Camus; versão da peça “Orfeu da Conceição”, de Vinícius de Moraes)
Outras Estórias (1999) (da obra de João Guimarães Rosa)
Para Viver um Grande Amor (1984) (Inspirado no célebre musical “Pobre Menina Rica” , de Vinícius de Moraes; com Patrícia Pillar e Djavan)
Pastores da Noite (2003) (da obra de Jorge Amado)
Perdoa-me por me Traíres (1980) (da peça de Nelson Rodrigues)
Policarpo Quaresma, herói do Brasil (1998) (da obra de Lima Barreto)
Quanto Vale ou é Por Quilo? (2005) (livre adaptação do conto “Pai Contra Mãe”; de Machado de Assis)
Quincas Borba (1986) (do livro de Machado de Assis)
Sagarana – O Duelo (1973) (da obra de João Guimarães Rosa)
São Bernardo (1971) (do livro de Graciliano Ramos)
Sargento Getúlio (1983) (da obra de João Ubaldo Ribeiro)
Senhora (1976) (do livro de José de Alencar)
Sinhá Moça (1952) (baseado no romance de Maria Dezonne Pacheco Fernandes)
Soledade (1976) (da obra “A Bagaceira”, de José Américo de Almeida)
Sonhos Tropicais (2002) (baseado no romance de Moacyr Scliar)
Tabu (1982) (encontro de Oswald de Andrade e o compositor Lamartine Babo)
Tati (1973) (da obra “Tati, a garota”; de Aníbal Machado)
Tenda dos Milagres (1977) (da obra de Jorge Amado)
Tieta do Agreste (1996) (baseado na obra de Jorge Amado)
Um Certo Capitão Rodrigo (1969) (da obra de Érico Veríssimo)
Um Copo de Cólera (1998) (da obra de Raduan Nassar)
Um Só Coração (2004) (Rede Globo) (homenagem à cidade de São Paulo. Drama envolvendo os modernistas brasileiros)
Vestido de Noiva (2006) (baseado na peça de Nelson Rodrigues)
Viagem aos Seios de Duília (1964) (do conto homônimo de Aníbal Machado)
Vidas Secas (1963) (do livro de Graciliano Ramos)

via Lendo.org de André Gazola.

HARUCON 2010!



A Superliga Fanática estará presente no HARUCON 2010, cobrindo todo o evento.
Estaremos gravando entrevistas com o pessoal, tirando fotos enfim registrando este evento divertidíssimo e venha se divertir conosco também nos dias 18 e 19 de setembro no campus da Universidade Paranaense – Unipar Cascavel, PR.

ATRAÇÕES
Serão distribuídos nos dois dias de evento:
• Stands e Bancas dos Parceiros : Bancas de Revistas, Editoras, Lojas Especializadas, etc. que estimularão o conhecimento sobre a cultura popular japonesa.
• Praça de Alimentação : Local para que os participantes façam suas refeições. Empresas parceiras comercializarão produtos orientais e comidas típicas, assim como comidas ocidentais, para quem não for apreciador da culinária japonesa.
• Workshop “Mangá” : workshop com dicas sobre a criação e técnica dos desenhos no estilo oriental e a produção dos mesmos.
• Workshop “Origami” : workshop com dicas sobre a criação e técnica de dobradura oriental em papel.
• Workshop “Cosplay” : workshop com dicas sobre o planejamento e produção de roupas acessórios característicos dos personagens de Animes e Mangás em geral.
• Animeokê : Campeonato de karaokê com músicas temas da cultura oriental.
• Arena GSK : Campeonato de Games com premiação para os primeiros colocados.
• Anime Quest : Quiz com perguntas voltadas aos animes.
• Live Action : Jogo de interpretação em tempo real nos quais os envolvidos devem atuar para jogar.
• TCG e Miniatures : Um espaço para os jogos de Trading Card Games, ou cartas colecionáveis, bem como os jogos de estratégia, tabuleiro e miniaturas.
• Painéis com a História dos Mangás e Animes : Espaço para exibição de painéis que valorizam a história da cultura oriental voltada ao público jovem.
• Painéis com a História da Cultura Japonesa e elementos das lendas japonesas : Espaço para exibição de painéis que valorizam a história da cultura japonesa, suas lendas e o Japão num contexto geral.
• Cine GSK : Exibição de O.V.A.s e episódios de diversos animes.
• Campeonato de Cosplay : Campeonato com premiação para o melhor traje e interpretação teatral baseado em um personagem da escolha de seu idealizador.
• Banda : Show musical de J-Music.

O código da inteligência – Augusto Cury.

Recentemente fiz uma viajem pela empresa que tralho atualmente, para implantar um sistema em uma distribuidora de alimentos de Londrina, PR. O interessante foi que na falta do que fazer durante a hora de almoço, passei em uma loja de artigos do shopping onde estava e comprei um livro que me clamou a atenção, O código da inteligência do Dr. Augusto Cury.
Cury sita oito códigos de inteligência que formam os pensadores do futuro e quatro armadilhas da mente que bloqueiam a inteligência e a saúde psíquica. Com a chamada “A formação de mentes brilhantes e a busca pela excelência emocional e profissional”.
Já tinha estudado a teoria das inteligências múltiplas, mas, a teorias do A. Cury de inteligência multifocal quase que explode a minha cabeça, muito bem trabalhada apesar do livro ser pequeno e não conter todos os códigos e sim somente os mais importantes na visão do autor é o suficiente para ficar com um gostinho de quero mais e o melhor é que sim, tem mias e muito mais títulos lançados por Cury, com outra temática em alguns livros, mas sempre com um fundinho de ”eu que elucidar mais sobre a minha teoria”.

Edição utilizada: 11 reimpressão.
Livro foi composto em Bembo 12/16 e impresso pela Ediouro Gráfica sobre papel Pólen soft 70g para a Thomas Nelson Brasil em 2009. Capa Douglas Lucas.

A AVALIAÇÃO:

Escrita: 9.
A escrita e bem dosada, apesar do caráter técnico não fica maçante com os termos de psicologia.
Leitura: 8.
Um reflexo da escrita, porem fica um pouco lenta pela complexidade do assunto.
Nota geral: 7,5.
Submarino.

Autor: Raphael Piltz.

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